Semana passada conversei com uma grande amiga, não lembro bem em que dia, o resultado da conversa me inspirou a postar sobre o conteúdo abaixo. O texto é para ela, as razões para tal dedicatória nós duas sabemos, enfim, é o bastante. Vamos ao texto.
As criaturas humanas, quando do momento de seu nascimento, são puras, espontâneas e inocentes. Não há inconsciência. O recém-nascido possui plena convicção do que deseja e não deseja (bem mais que a maioria dos adultos), o que lhe é agradável e o que não é; não há indecisão, sua ação parte de referenciais interiores bastante profundos, como por exemplo, seus instintos, que, a não ser em casos de problemas intra-uterinos graves, conservam-se intactos.
Sua memória física, ainda não bloqueada por desvios psicofísicos, envolve as lembranças de todo seu caminho evolutivo. É pertinente dizer que o bebe é completamente consciente. É claro que o recém-nascido não conhece o complexo mundo ao qual chegou, a mente neurótica dos adultos e seus problemas. Não faz idéia da opressão e violência dirigida aos mais fracos, do desamor e das guerras.
O bebê nem imagina que 30 crianças morrem de fome a cada minuto, enquanto isso, os governos estão muito preocupados com gastos militares. Ele não sabe que a quantia para desenvolver um míssel balístico intercontinental pode alimentar 50 milhões de crianças e muito mais. Na verdade, a criança que acabou de chegar no planeta Terra, não necessita conhecer nada disso para ter um desenvolvimento feliz e saudável. Precisa mesmo é de amor e apoio.
Comparo o bebê a uma semente que é programada para possuir todos os elementos para transformar-se em uma grande árvore, bastam solo fértil e água. Ele é uma criatura integrada, perfeita e completa em si mesma, desenvolvendo-se espiritualmente a partir de um átomo divino e possuidor de uma complexa estrutura energética central que inclui aspectos físicos, mentais e emocionais. Não falta nada.
A verdadeira sabedoria está em seu íntimo. Quando for "educá-lo", procure lembrar que a escola e a universidade são meros detalhes de instrução, diante do amor insubstituível, para desenvolver suas potencialidades, para afirmar-se diante da vida, para desabrochar e lembrar o que já nasceu sabendo.
As criaturas humanas, quando do momento de seu nascimento, são puras, espontâneas e inocentes. Não há inconsciência. O recém-nascido possui plena convicção do que deseja e não deseja (bem mais que a maioria dos adultos), o que lhe é agradável e o que não é; não há indecisão, sua ação parte de referenciais interiores bastante profundos, como por exemplo, seus instintos, que, a não ser em casos de problemas intra-uterinos graves, conservam-se intactos.
Sua memória física, ainda não bloqueada por desvios psicofísicos, envolve as lembranças de todo seu caminho evolutivo. É pertinente dizer que o bebe é completamente consciente. É claro que o recém-nascido não conhece o complexo mundo ao qual chegou, a mente neurótica dos adultos e seus problemas. Não faz idéia da opressão e violência dirigida aos mais fracos, do desamor e das guerras.
O bebê nem imagina que 30 crianças morrem de fome a cada minuto, enquanto isso, os governos estão muito preocupados com gastos militares. Ele não sabe que a quantia para desenvolver um míssel balístico intercontinental pode alimentar 50 milhões de crianças e muito mais. Na verdade, a criança que acabou de chegar no planeta Terra, não necessita conhecer nada disso para ter um desenvolvimento feliz e saudável. Precisa mesmo é de amor e apoio.
Comparo o bebê a uma semente que é programada para possuir todos os elementos para transformar-se em uma grande árvore, bastam solo fértil e água. Ele é uma criatura integrada, perfeita e completa em si mesma, desenvolvendo-se espiritualmente a partir de um átomo divino e possuidor de uma complexa estrutura energética central que inclui aspectos físicos, mentais e emocionais. Não falta nada.
A verdadeira sabedoria está em seu íntimo. Quando for "educá-lo", procure lembrar que a escola e a universidade são meros detalhes de instrução, diante do amor insubstituível, para desenvolver suas potencialidades, para afirmar-se diante da vida, para desabrochar e lembrar o que já nasceu sabendo.